Bancada da bala quer armar mais a população

 Na tentativa de barrar o projeto de lei que revoga o Estatuto do Desarmamento, ativistas da ONG Sou da Paz recorreram aos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em busca do apoio de diferentes setores. Nesta tarde, o grupo divulgará um material em que reúne posicionamentos recentes de ambos os políticos, favoráveis à política de desarmamento, em vigor desde 2003.

Se aprovado, o PL 3722/2012 tornará automática a concessão do porte de armas para quem cumprir as exigências legais e permitirá que as pessoas voltem a circular armadas pelas ruas. A iniciativa é de autoria do deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC), com apoio da bancada da bala.

O objetivo dos ativistas e dos parlamentares contrários à revogação do estatuto é impedir que a votação ocorra antes do fim desta legislatura, para que o projeto seja arquivado e tenha de ser rediscutido no próximo ano.

Fonte: Blog do Magno Martins

Comentários

Bolsonaro: não vale a pena perder tempo discutindo

 O debate sobre as frases indignas do deputado Jair Bolsonaro, a respeito de não estuprar uma ministra porque ela não o merece, parte de uma premissa falsa: a de que Bolsonaro é importante. Bolsonaro é conhecido, elege-se com facilidade, elege os filhos, escolhe palavras radicais para defender golpes e ditaduras, mas não tem articulação política (tanto que não lidera bancadas, nem as que defendem suas teses mais caras, como pena de morte, tortura em casos de sequestro e tráfico; nem se elege para cargos executivos) e sua história política é pobre.

Bolsonaro é paraquedista do Exército e chegou a capitão. Por indisciplina (liderou manifestações por aumento, sem autorização dos chefes) foi preso por 15 dias. Ganhou alguma notoriedade e saiu candidato em seguida, elegendo-se vereador no Rio. Ligações partidárias? Muitas – e, verdadeira, nenhuma: esteve no PDC, PPR, PPB, PTB, PFL e PP. PPR e PPB eram o mesmo partido, que mudou de nome (hoje é o PP), mas mesmo assim ele passou por outras quatro legendas.

Que a Comissão de Ética cuide de seu mandato. Não vale a pena perder tempo discutindo um capitão indisciplinado que defende a disciplina para os outros.

Fonte: Blog do Magno Martins

Comentários

Sem impostos imóveis aingidos por avião de Eduardo

 Ficarão isentos de impostos municipais os dez imóveis atingidos pelo jato que levava Eduardo Campos e caiu em agosto, matando o presidenciável, assessores e pilotos. O prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), vai sancionar lei que promove o perdão dos tributos devidos em 2014 e isenta os moradores de pagar IPTU e taxa de lixo, e os comerciantes, de ISS e taxa de licença, em 2015 e 2016. A informação é de Mõnica Bergamo, na sua coluna da Folha de S.Paulo desta quinta-feira.

‘É um modo de minimizar os prejuízos das famílias envolvidas, que enfrentam dificuldades enquanto discutem as indenizações com os proprietários da aeronave’, diz o prefeito. A prefeitura refez muros e reparos emergenciais para que moradores e comerciantes da área atingida pudessem voltar aos imóveis.

 

Fonte: Blog do Magno Martins

Comentários

Briga na Alepe: Uchoa contra-ataca; investe na oposição

 Apesar de ainda não admitir abertamente que concorrerá a mais um mandato de presidente da mesa diretora da Assembleia Legislativa de Pernambuco, o deputado Guilherme Uchoa (PDT) já está trabalhando nos bastidores para conter a ofensiva de parte do PSB para tirá-lo do poder. Se os socialistas estão contabilizando na ponta do lápis os apoios para assumir o comando da Casa de Joaquim Nabuco, o movimento inverso também vem sendo realizado pelo pedetista, que conta com grande influência entre os parlamentares.

Segundo membros da oposição, Uchoa tem procurado pessoalmente os deputados, inclusive os do PSB, para tentar convencê-los a não aderir à movimentação do grupo socialista. “Ele tem feito articulações em uma clara ação de campanha. Nessas conversas, tem prestado contas de seus oito anos à frente da Casa e tenta mostrar uma nova agenda para a Assembleia. Hoje, certamente ele estaria eleito com entre 28 e 31 parlamentares, inclusive alguns nomes do próprio PSB. Só perde se o palácio interferir”, garantiu um deputado.

Hoje, Uchoa pode ganhar mais um apoio importante. Deputados da bancada de oposição atual e do bloco dos deputados eleitos se reunirão para fazer um balanço do governo do PSB e definir encaminhamentos para a próxima legislatura. Um dos temas será a eleição da mesa diretora. “É possível que o apoio a Guilherme Uchoa seja definido”, afirmou o mesmo deputado em condição de anonimato. 

Fonte: Blog do Magno Martins

Comentários

PSDB entra com pedido de cassação do 2° governo Dilma

A oposição ao governo federal vai apresentar, nesta quarta-feira, uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de Investigação Judicial Eleitoral contra a presidente Dilma Rousseff (PT). O pedido, que precisa ser apresentado antes da diplomação da mandatária que acontece nesta quinta-feira, baseia-se na suspeita de que os Correios tenham realizado entregas de material de campanha da petista durante o pleito e que já foi alvo de críticas da oposição na época, através do ex-presidenciável Aécio Neves (PSDB). Irregularidades no financiamento de campanha e Ação de Impugnação de Mandato Eletivo também fazem parte do pedido.

O suposto “abuso de poder político na campanha” através da estatal em questão, foi um dos principais temas de críticas usados durante a campanha. Além dessa denúncia, o senador Aécio Neves, até então principal adversário da petista, denunciou que os Correios deixaram de entregar correspondência de campanha dos candidatos tucanos para os destinatários. Na época, Aécio relacionou o caso com o escândalo da Petrobras.

O pedido de cassação está sendo considerada uma carta na manga para o partido, caso seja comprovada a ligação das contas da campanha com o escândalo da Petrobras, para posteriormente pedir a cassação. A presidente Dilma Rousseff classificou como “factóide de campanha” as denúncias feitas pela oposição sobre relacionadas aos Correios. A ação é de competência do corregedor-geral eleitoral, o ministro João Otávio de Noronha.

Comentários

PSB não digere aliança com PPS, PV e Solidariedade

20141217023202_cv_FREIRE_gde20141217023456_cv_erundina_gde20141217023321_cv_PAULINNforca_gdeCausou desconforto em parte dos socialistas a participação do PSB no bloco composto também por PV, PPS e Solidariedade. Entre as críticas apresentadas, alguns parlamentares reclamaram da falta de um diálogo mais amplo com a bancada e da falta de identificação programática da sigla com o Solidariedade, presidido por Paulinho da Força (SDD-SP). A informação é de Mel Bleil Gallo, no blog Poder Online.

No evento de lançamento, — revela a colunista, — foi notada a ausência da maioria dos 29 parlamentares do PSB. Além do presidente da sigla, Carlos Siqueira (PE), e do líder da sigla na Câmara, Beto Albuquerque (RS), – que compuseram a mesa oficial – apenas o mineiro Júlio Delgado (MG) esteve presente durante todo o ato político.

Contrariada, parte da bancada já se prepara para enfrentar a cúpula do partido. Ainda nesta semana, um manifesto assinado por parlamentares como Glauber Braga (PSB-RJ) e Luiza Erundina (PSB-SP) deve ser divulgado contra a presença do PSB no bloco recém-lançado.

 

Comentários

Bancada da oposição critica qualidade da equipe de Paulo Câmara

armando_monteiro_neto_foto_marcia_kalume_ag_senado

Por meio de nota divulgada hoje (16), a bancada de oposição na Assembleia Legislativa (basicamente o PTB e o PT), liderada pelo futuro ministro Armando Monteiro Neto (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), critica a qualidade da equipe de secretários anunciada na véspera pelo governador eleito Paulo Câmara (PSB).

De acordo com a nota, a equipe não “frustrou” apenas o senador eleito, Fernando Bezerra (PSB), do mesmo partido do governador, “mas, sobretudo, os eleitores que confiaram na promessa de renovação política”.

Veja a íntegra da nota;

1 – A indicação da equipe que formará o próximo governo de Pernambuco frustra não apenas lideranças expressivas da Frente Popular, a exemplo do senador eleito Fernando Bezerra Coelho, mas, sobretudo, os eleitores que confiaram na promessa de renovação da política, defendida pelo então candidato a governador;

2 – O que estamos vendo é uma aposta no continuísmo, numa mera redistribuição de peças do mesmo governo, ou seja, mais do mesmo;

3 – Em 2015, na verdade, não veremos o início de uma nova administração, mas o nono ano desse governo – com todos os riscos que isso pode representar, principalmente o da acomodação;

4 – Podemos constatar, ainda, estarrecidos, que, ao contrário do que apregoou o então candidato a governador sobre a necessidade de se valorizar os perfis técnicos, quase todos os integrantes da equipe foram escolhidos única e exclusivamente para acomodar os mais diversos interesses do ajuntamento de partidos que formam a Frente Popular. São escolhas para abrir espaços para suplentes de deputado ou partidos que poderiam dissentir da Frente na próxima eleição;

5 – Isso nos preocupa, principalmente, porque, a partir de janeiro, o governo terá que encarar um passivo de grandes proporções: déficit primário de mais de R$ 1 bilhão; obras paralisadas; empresas prestadoras de serviços sem receber do Estado há meses; recrudescimento da violência; falência do modelo de sistema prisional e precária prestação de serviços de saúde à população (faltam medicamentos, exames e vagas nos hospitais);

6 – Por fim, gostaríamos de registrar que, mesmo com esses sinais negativos observados nos critérios de escolha de sua equipe, esperamos ver o próximo governo trabalhando para assegurar que Pernambuco mantenha seu crescimento e possa se desenvolver. E que, acima de tudo, possa aproveitar as oportunidades que têm surgido desde que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu, ainda em 2003, dedicar uma atenção especial ao nosso Estado – atenção que tem sido mantida pelo governo da presidenta Dilma Rousseff.

Fonte: Blog do Inaldo Sampaio

Comentários

Forças Armadas: troca de comando agita a caserna

 Uma disputa interna agita a caserna de olho na escolha dos novos comandantes das Forças Armadas, segundo apurou a repórter Tahiane Stochero, do G1. Os atuais chefes do Exército, da Aeronáutica e da Marinha ocupam os cargos desde o segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e foram mantidos pela presidente Dilma Rousseff em seu primeiro mandato.

A expectativa no meio militar é que Dilma renove os comandos das três forças, estagnados desde o início de 2007.

Na Força Aérea Brasileira, os três nomes no topo da lista são os dos brigadeiros Nivaldo Rossato – que está no Estado-Maior; Francisco Joseli Parente – há anos comandando o avião presidencial; e Hélio Paes de Barros Júnior – responsável pela área logística. Os três oficiais são os mais antigos da FAB, requisito principal para ocupar o comando.

No entanto, outros fatores podem pesar na escolha, entre os quais o alinhamento do oficial à concepção do atual comandante da FAB, brigadeiro Juniti Saito, no projeto do caça que irá reequipar a Aeronáutica brasileira: o Gripen. Também influenciará na decisão as vagas que estão sendo abertas para oficiais-generais no Superior Tribunal Militar (STM).

Corre por fora nesta corrida pelo comando da FAB o brigadeiro Ricardo Machado Vieira, que foi para a reserva após 46 anos de atividade, mas continua com as prerrogativas do cargo (Vieira passou o bastão do Estado-Maior para o brigadeiro Rossato na semana passada).

Com a troca nos ministérios, a presidente também avalia mudança no Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que tem a Abin sob seu guarda-chuva.

Um novo nome também poderia surgir no Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, o braço operacional do ministro da Defesa. Ambos os cargos são ocupados atualmente por generais do Exército.

Fonte: Blog do Magno Martins

Comentários

Estatais aumentaram em 65% gastos com publicidade

As empresas estatais controladas pelo governo federal aumentaram em 65% seus gastos com publicidade de 2000 a 2013, já descontada a inflação, alcançando no ano passado um desembolso recorde de R$ 1,48 bilhão. A despesa total das estatais com publicidade atingiu R$ 15,7 bilhões nesses 14 anos. A Petrobras, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil responderam por 86% do investimento total.

O dinheiro foi destinado à promoção dessas empresas em TVs, rádios, jornais, revistas e internet. As estatais representam fatia significativa da despesa total do governo federal com publicidade.

GRUPOS BENEFICIADOS

Os maiores grupos de comunicação do país aparecem entre as que mais receberam publicidade das estatais. A Secom liberou dados sobre 10 mil veículos de comunicação, sem indicar o setor em que atuam, o que dificulta a análise dos gastos e sua separação por grupo empresarial.

No topo da lista aparece a Rádio Globo de São Paulo, que recebeu R$ 4,2 bilhões nesses 14 anos. De acordo com a Secom, a maior parte desse dinheiro foi usada para pagar anúncios veiculados pela Rede Globo de Televisão.

Em seguida vêm a TV Record (R$ 1,3 bilhão), o SBT (R$ 1,2 bilhão) e a Bandeirantes (R$ 1 bilhão). O primeiro grupo da lista de empresas que não tem TV como seu principal negócio é a Abril, que recebeu R$ 298 milhões das estatais, seguida pela Editora Globo, com R$ 248 milhões.

A Empresa Folha da Manhã, que edita a Folha e o jornal ‘Agora São Paulo’, aparece em 11º lugar na lista, com R$ 206 milhões. Em seguida vem o jornal ‘O Estado de S. Paulo’, com R$ 188 milhões.

O UOL, que pertence ao Grupo Folha, aparece em primeiro lugar na lista dos portais de internet, com R$ 45 milhões em publicidade.

Fonte: Blog do Magno Martins

 

Comentários

Congressistas aumentam seus salários para R$ 33,7 mil

Em acordo costurado nesta terça (16), ficou acertado que os vencimentos dos congressistas e dos ministros do Supremo Tribunal Federal passarão para R$ 33,7 mil. Os salários da presidente Dilma Rousseff, do vice Michel Temer e e dos ministros do Executivo subirão menos e chegarão a R$ 30,9 mil. A Câmara deveria aprovar nesta terça (16) os aumentos, mas, até a conclusão desta edição, a votação ainda não havia ocorrido. O último aumento do Executivo e do Legislativo foi em janeiro de 2011, e elevou os salários desses Poderes para R$ 26,7 mil.

O do Judiciário ocorreu em janeiro de 2013, e levou os vencimentos dos ministros do Supremo para R$ 29,4 mil. Segundo o acordo desta terça, o único Poder que terá uma melhora salarial real (acima da inflação) será o Judiciário — cerca de R$ 800.

No caso do Congresso, o aumento vai compensar a inflação. No Executivo, o reajuste ficará abaixo da inflação. As quantias acordadas para Judiciário e Congresso são um meio-termo entre a o valor desejado pelo STF e parlamentares (R$ 35,9 mil) e a sugestão do governo Dilma (de R$ 30,9 mil).

Fonte: Blog do Magno Martins

Comentários